Vozes recolhidas

Nesta página guardo algumas opiniões reflectidas sobre o trabalho que faço. Aprecio a diversidade de sentimentos e de considerações entre os leitores e as leitoras que tiraram um tempinho para ler o que fiz e tiraram o seu tempo para escrever o que acharam de sua justiça.

  • A derradeira arma (BD, 2009)
    • Embora o artista dê mostras de ter muito talento, esta BD pecou pelo uso exagerado de vinhetas repetidas e por muita da acção estar representada por ilustrações demasiado estáticas. A história estava bem aproveitada, mas estes pontos fracos obscureceram as potencialidades do artista.
      Ana Nunes (em Floresta de Livros)

  • Sem futuro (BD, 2010)
    • Gostei particularmente desta BD, pois embora o conceito não seja novo, a forma como decidiram ilustrá-la deu-lhe vida.
      Ana Nunes (em Floresta de Livros)

  • Não alimentem a caveira (BD, 2012 - meu desenho, argumento de Ana C. Nunes)
    • O traço não é dos meus favoritos, mas gostei do modo como a história foi contada, com humor e de modo a deixar um gostinho por mais. Estou curioso pela continuação.
      Vítor Frazão (em Goodreads)

  • Um adeus longínquo (BD, 2012)
    • Destaque também para a boa surpresa que foi a BD Um Adeus Longínquo de Rui Alex, com um estilo gráfico muito promissor e alguns momentos deslumbrantes. A vinheta que mostra um Porto alternativo com dirigíveis a flutuar sobre uma Ponte D. Luís cruzada por automóveis a vapor é algo de fabuloso.
      Artur Coelho (em Goodreads)

    • Fazer crítica a uma bd não está nos meus hábitos nem nos meus planos. Mas gostei particularmente desta bd, e gostaria de a destacar. E não é só porque já tenho preparada uma colaboração com o autor. Aliás, eu fiz o convite ao autor depois de ter vista esta sua bd. Para além do carácter romântico, gostei muito do modo como conseguiu desenhar as paisagens do Douro e o horizonte do Porto. Só não entendo porque razão as personagens haveria de estar um ano sem se ver? Com tanta tecnologia não se poderiam visitar alguns fins-de-semana?
      Olinda Gil (em rabiscos, rascunhos e limitada)

    • Esta BD é visualmente muito atractiva. A personagem principal está muito bem conseguida.
      Pedro Cipriano (em Goodreads)

  • Da santa terrinha à Lua (BD, 2013 - meu desenho, argumento de Rui Leite)
    • A história Da Santa Terrinha à Lua é da autoria de Rui Alex e Rui Leite e regista, com apontamentos humorísticos e caricaturais em relação ao português, a ocasião em que se tentou levar um português à Lua. Achei a história com potencial, mas acabou por me saber a pouco por ser tão curta. Estou longe de ser perita em BD, mas não fiquei grande fã dos “bonecos”.
      Célia (em Goodreads)

    • {Rui Leite} escreve com bom humor garrido, mas a deixar vontade de ler um esforço narrativo mais sério, onde a caricatura seja deixada para trás e se centre na criação de um mundo ficcional mais complexo. É ilustrada num grafismo prometedor por {Rui Alex}. Nota-se que há aqui muito caminho a trilhar; a BD em si promete mas tem o seu quê de verde. Assinalando a incipiência do esforço, confesso que gostaria de ver a evolução destes autores nos estilos gráfico e narrativo noutras bandas desenhadas dentro do género..
      Artur Coelho (em Intergalacticrobot)

    • [...] A destacar, com particular afeição, o sempre divertido Horóscopo; a Crónica da Primeira (e última...) Convenção Multipunk; a B.D. do Rui Leite e Rui Alex; [...].
      Eloísa Valdes (em Goodreads)

    • Os meus dois favoritos são a banda desenhada da autoria de Rui Alex e Rui Leite e o conto do João Barreiros [...].
      Alexandra Rolo (em Livros por todo o lado)

    • Fantástica banda desenhada, que foi uma excelente novidade neste almanaque.
      Patrícia Rodrigues (em Goodreads)

    • O capítulo de maior inovação neste Almanaque Steampunk 2013 é porventura a Banda Desenhada (reparem nas maiúsculas. É uma arte. Merece.) com argumento de Rui Leite e arte de Rui Alex. "Da Santa Terrinha à Lua" é concisa e rica, com referências à Portugalidade e orgulho Nortenho que são de trazer lágrimas aos olhos de tanto rir. Quem não notou o discreto autómato a fazer de pau-de-cabeleira ou a "orquestra" de pandeiretas? Há tanto, tanto, mais, e vale a pena esmiuçar cada quadradinho..
      Marco Trigo (em O Papiro de Seshat)

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